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Moscou, Rússia (29 de Setembro de 2011) – A ABBYY®, líder no segmento de reconhecimento, captura de documentos, tecnologias linguísticas e serviços, está lançando mundialmente o ABBYY TextGrabber + Tradutor, nova versão ampliada do ABBYY TextGrabber para iPhones® da Apple®, solução que faz com que o iPhone se transforme em escaner móvel multifuncional. O aplicativo permite aos usuários traduzir rapidamente trechos de textos capturados de vários materiais impressos e fontes de informações, usando a tecnologia Google Translate™. Textos capturados e traduzidos podem ser compartilhados instantaneamente com amigos via email e SMS, ou postados diretamente na conta do usuário no Facebook®, Twitter™ e Evernote®.
“O TextGrabber, agora com a função de tradução de textos completos e integração direta com as redes sociais mais populares, permite às pessoas aumentar ainda mais a sua eficiência ao trabalhar com informações contidas em textos, economizando tempo e esforço que seria gasto em pesquisas manuais e digitação”, diz Olga Tolstunova, vice-diretora do Departamento de Produtos Móveis da ABBYY.
O ABBYY TextGrabber + Tradutor para iPhones pode automaticamente extrair textos de várias fontes, como livros, revistas, anúncios e tabelas , través do uso da câmera do aparelho, ou ao recuperar dados de imagens guardados na memória. Com base na tecnologia ABBYY de OCR – Reconhecimento Óptico de Caracteres– o utilitário oferece reconhecimento preciso de textos em 61 línguas e ajuda os usuário a facilmente editar, buscar, traduzir e compartilhar informações – onde quer que estejam. Através de integração com o Google Translate, o aplicativo tem capacidade de traduzir textos completos de 43 línguas iniciais para 50 línguas.
O ABBYY TextGrabber + Tradutor também tem capacidade de integração com os Dicionários ABBYY Lingvo para iOS instalados no mesmo equipamento. Neste caso, os usuários podem acessar o abrangente e atualizado conteúdo do dicionário de editores autorizados e informação linguistica adicional para melhor entender e traduzir palavras e termos desconhecidos. A nova versão do ABBYY TextGrabber inclui ainda várias atualizações em sua interface, a exemplo da possibilidade de facilmente mudar a função “crop” na tela do visor e do flashlight.
Disponibilidade – O ABBYY TextGrabber + Tradutor para iPhones está disponível via Apple AppStores (que podem ser acessadas via iTunes®). Os equipamentos compatíveis incluem Apple iPhone 3GS e iPhone 4 (iOS 4.0 ou posterior). Para mais informações sobre o produto, visite http://www.abbyy.com/mocr_utilities/textgrabber/
Sobre Utilitários Móveis OCR
O ABBYY TextGrabber é um app dos Utilitários Móveis OCR das séries da ABBYY para iPhones, que também incluem ABBYY StreetGrabber, ABBYY LinkGrabber, ABBYY PhoneGrabber e ABBYY MailGrabber. Cada um deles permite aos usuários capturar tipos específicos de dados e transferi-los diretamente para o iPhone para uso posterior, armazenar e compartilhar facilmente. Para mais informações, visite: http://www.abbyy.com/mocr_utilities/
Sobre a ABBYY
A ABBYY é líder mundial no segmento de reconhecimento de documentos, captura de dados e serviços e tecnologias linguísticas. Seus produtos incluem a linha de aplicativos ABBYY FineReader de reconhecimento de caracteres ópticos (OCR), a família ABBYY FlexiCapture de soluções de captura de dados, o software de dicionários ABBYY Lingvo e ferramentas de desenvolvimento. Os Serviços de Idiomas ABBYY provem soluções linguísticas para clientes corporativos. Organizações que fazem uso intensivo de papel, em todo o mundo, usam as soluções ABBYY para automatizar tarefas que consomem tempo e mão-de-obra e para dinamizar processos de negócios. Os produtos ABBYY são utilizados em larga escala em serviços governamentais como a Secretaria da Receita da Austrália, a Inspeção Fiscal da Lituânia, Ministério da Educação da Rússia, Ministério da Educação da Ucrânia e Departamento do Governo do condado de Montgomery, nos EUA. Empresas que licenciam tecnologias ABBYY incluem BancTec, Canon, EMC/Captiva, Hewlett-Packard, KnowledgeLake, Microsoft, NewSoft, Notable Solutions e Samsung Electronics, entre outras. Os aplicativos OCR da ABBYY fazem parte de equipamentos de fabricantes como Epson, Fujitsu, Fuji Xerox, Microtek, Panasonic, Plustek, Toshiba e Xerox. A sede da ABBYY fica em Moscou, Rússia, com escritórios regionais na Alemanha, EUA, Canadá, Ucrânia, Chipre, Reino Unido, Austrália, Japão, Taiwan e Brasil. Para mais informações, visite www.ABBYY.com.br.
ABBYY, logo ABBYY, FineReader, ADRT, Lingvo, FlexiCapture, Recognition Server e PDF Transformer são marcas registradas da ABBYY Software Ltd. Outros nomes de produtos mencionados podem ser marcas ou marcas registradas de seus respectivos detentores aqui reconhecidas.
O Google+ está com os convites restritos por um tempo, mas liberou 150 para muita gente, acredito que todo mundo que já tinha conta. Venho aqui compartilhar então com os leitores que ainda não conseguiram :)
Os 150 primeiros a se cadastrarem por este link então conseguem acesso:
Revendedora Targetware aposta na poderosa ferramenta da Critical Tools como a solução mais eficiente para planejamento e organização de projetos
Sempre atenta à missão de oferecer os melhores softwares para o mercado corporativo do Brasil e da América Latina, a empresa de tecnologia Targetware apresenta a solução WBS Chart Pro para gestão de projetos e empreendimentos.
Com base no diagrama de árvore conhecido como Gráfico Work Breakdown Structure, estrutura analítica que exibe a estrutura e organização de um projeto em múltiplos níveis com suporte tanto ao planejamento quanto à apresentação do mesmo, o WBS Chart Pro é uma ferramenta de gestão destinada exclusivamente para criação e apresentação de projetos, feita sob medida para gerentes e equipes que lidam diariamente com os desafios da elaboração e execução de seus projetos e precisam de saídas rápidas e eficientes para gerenciar cronogramas e otimizar o trabalho.
Graças a uma interface interativa que garante a rápida estruturação do escopo de projeto sob a forma de tarefas e subtarefas, o WBS Chart Pro permite desde um simples esboço do plano inicial do projeto até o mais detalhado resumo automático de todos os dados para cada nível do gráfico, incluindo atribuição ilimitada de campos, informações de agenda, rastreio de custos, horas e andamento. O programa oferece ainda poderosos recursos de visualização, sumarização, apresentação, publicação de diagramas hierárquicos, integração com a web e compatibilidade com arquivos .MPX.
O WBS Chart Pro também pode ser utilizado como um add-on do Microsoft Project, inclusive versões 98 e 2000, em inglês ou português, permitindo que as informações contidas nos campos da base de dados do MS Project possam ser reestruturadas em diagramas WBS de forma sincronizada – garantia de que qualquer alteração feita no WBS seja automaticamente transferida para o MS Project e vice-versa.
Produzido pela empresa norte-americana Critical Tools, o WBS Chart Pro oferece suporte a dados, gráficos e impressão em idiomas como o holandês, francês, espanhol, alemão, hebreu, italiano, japonês e português.
"O WBS Chart Pro é uma poderosa ferramenta de gestão de projetos, conhecida mundialmente por sua excelência na criação de diagramas hierárquicos do tipo Work Breakdown Structuture. Com uma interface intuitiva que facilita o trabalho de administradores e gerentes de projeto e suas equipes, o WBS Chart Pro é hoje um dos campeões de vendas da Targetware", afirma Rodrigo Villar, CEO da revendedora paulista.
Com subsidiárias na América Latina, a Targetware já comercializa o WBS Chart Pro no México e planeja levar o produto também para a Argentina.
Interessados em adquirir o WBS Chart Pro podem entrar em contato com a Targetware através dos telefones (11) 3665-8550 (Brasil) e +52 (55) 8000-7247 (México). Na web, a Targetware está em www.software.com.br e www.targetware.com.mx
Targetware traz QuarkXPress 9 para mercado de criação e design gráfico do Brasil e México
Revenda paulista anuncia parceria com provedora Quark para oferta na América Latina do mais moderno software de publicações sequenciais
A Targetware fecha parceria com a empresa norte-americana Quark para revenda no mundo corporativo do Brasil e México do inovador QuarkXPress, software líder no mercado de artes gráficas, publicidade, criação e editorial. (leia na íntegra…)
NOTA: Não me responsabilizo por nada, apenas estou compartilhando informações. Se você pagar para algum site de VPN e não funcionar, ou cair em algum SCAM de bobeira, não venha reclamar depois :P Mas fique à vontade para compartilhar dicas, sites que funcionam e que não funcionam, etc. Lembrando que alguns IPs são bloqueados pelos sites de vídeo, podendo causar instabilidades de vez em quando, mas normalmente os serviços retornam com novos IPs.
Quer ver vídeos e sites bloqueados no seu país? Fácil: use uma VPN. É uma rede privada virtual, onde você obtém um IP gringo e acessa o site que quiser que esteja liberado para aquele IP. Por exemplo, dá pra ver filmes na Netflix, vídeos do Hulu, Vevo e outros que estão bloqueados no Brasil (o Vudu não sei se daria, eles pedem telefone e CEP dos EUA).
Normalmente não basta usar um webproxy comum, daqueles que você entra num site e ele exibe a página capturada, alterando as URLs para uma URL dele, acessando o site com o IP dele por trás das telas. Esses proxies raramente funcionam para vídeo, além de que a qualidade deixa muito a desejar. O melhor mesmo é arrumar uma VPN.
Outra idéia seria contratar um servidor dedicado ou VPS em outro país – só que nesse caso seu IP seria fixo, facilmente bloqueável pelos donos dos serviços de vídeo, o que coloca a idéia no lixo.
Acontece que dificilmente vão fornecer um serviço de VPN grátis de qualidade. Há custos para manter um servidor de VPNs, largura de banda e tal! Mas ao mesmo tempo, não chega a ser tão caro, há planos de $7 por mês, o que não dá nem R$ 15 com o dólar baixo como anda…
Uma empresa que uso de vez em quando e gosto dos serviços é a StrongVPN. Elas oferecem IPs em vários locais nos EUA e em alguns outros países. Já vi muita gente recomendar a WiTopia também, mas esta nunca usei.
Ao se cadastrar, pagar e receber as informações, os sites lhe informarão os dados para configurar a VPN. No Windows e Mac é bem fácil, já não posso dizer o mesmo do Linux, no qual me bati bastante e não quis conectar.
Acessando sites bloqueados usando outro DNS
Hoje encontrei por acaso uma dica sobre o tema que cita justamente as duas empresas que comentei, StrongVPN e WiTopia. Mas há um outro serviço que eu duvidei, testei e funcionou: o Unblock US. Ele é basicamente um servidor DNS que faz a "mágica". Netflix e Hulu funcionaram aqui!!!
Basicamente você cadastra seu email (ele dá um trial de 30 dias, depois disso custa $4.99) e recebe as instruções de configuração. Escolhe o país em que deseja obter os IPs e pronto! Basta trocar os DNS na sua interface de rede ou roteador… Vale a pena testar, uma vez que ele não pede informações de pagamento antecipadas. Testei e deu certo…
Desde que você seja maior de 18 anos, não tenha nome sujo e tenha alguma renda mensal, que nem precisa ser comprovada, não é muito difícil arrumar um cartão de crédito internacional hoje em dia. Algumas dicas:
Enquanto estiver conectado a esses serviços pode ser ruim usar seu email pessoal, profissional ou outros tipos de sites que exijam dados sigilosos. Faça por sua conta e risco! Além da reputação dos intermediadores, sabe-se lá o que os funcionários deles podem ou não ter acesso… Não se esqueça de desconectar da VPN ou reverter os DNS depois de usar.
Não preciso dizer que isso é para quem pode ouvir e compreender áudio em inglês, né? Não espere legendas muito menos dublagens para português. Enquanto as empresas daqui sofrem com acervo pequeno para ver online, como a NetMovies e a Netflix não abre as portas por aqui – o que falta pouco! Pelo menos parece… Mas o Hulu tem desenhos, séries e diversos programas de TV norte-americanos, coisa que não há nos outros :P
Além de tudo, ouvir em inglês é essencial para quem está aprendendo o idioma. Aprender inglês ou outro idioma sem compreender áudio não dá! Aproveitando o tema, fica a dica de um bom podcast de inglês para quem está estudando: o ESLPod.
Uma das perguntas comuns de blogueiros iniciantes sobre monetização é quanto aos melhores posicionamento para AdSense. Botar só um banner 468×60 no topo página e esperar ficar rico não funciona, isso é tão "web dos anos 90" que qualquer visitante foge desses banners.
O melhor posicionamento de AdSense para blogs
Vendo na prática, os melhores locais que encontrei foram dois:
- Imediatamente antes do conteúdo. Entre o título e o conteúdo, sem no entanto enganar os visitantes, deixndo claro visualmente o que é anúncio e o que é conteúdo.
- Entre o conteúdo e os comentários. Logo após o conteúdo. A pessoa termina de ler e tem uma lista de links pagos com descrições, o CTR normalmente é muito bom.
Claro que vai depender de outros fatores: qualidade das visitas (quanto pior, mais lucro – isso mesmo!), relevância dos anúncios exibidos, etc. Esses posicionamentos são os mais usados em blogs, sinal de que dão um bom retorno – mas nunca deixe de testar o que você achar por conta própria que pode dar certo!
O essencial para não ter problemas é nunca tentar enganar os visitantes, evitando mesclar menu com links patrocinados que ficam confusos, muitos blocos de anúncio próximos, etc.
Uma coisa boa também é manter o anúncio na área da página que pode ser vista sem precisar usar a rolagem. Se puder, o conteúdo também deve estar nessa área, ao menos parte dele. Por isso um dos posicionamentos que mais gosto é esse: um anúncio num quadro dentro do conteúdo. Ele fica depois do título mas não dá tão na cara porque o conteúdo está logo ali, ao lado.
Mas como colocar um bloco de anúncios ao lado do texto dessa forma?
Você pode conseguir isso usando a tag DIV ou P mesmo com float=left ou right. Por exemplo, se usa WordPress, vá no arquivo single.php do tema e procure por the_content. A função the_content imprime o texto do artigo puxado naquela página. Coloque isso imediatamente antes do código PHP da the_content:
No "otimizador com apenas um clique" o próprio Google dá dicas de boas posições para diversos tipos de sites, como notícias, listagens, jogos, fóruns e blogs.
Um posicionamento interessante referenciado lá é para a página inicial de alguns tipos de sites: mesclar banners 728×90 com conteúdo (um banner, um pouco de conteúdo… outro 728, mais conteúdo, e por fim mais um 728). Não tenho nenhum site ao qual isso poderia se aplicar, mas parece interessante mesmo para quem tem páginas largas, com colunas estreitas ou mesmo sem colunas.
Vale a pena pegar dicas nesse otimizador com um clique, já que além de oficiais, são posicionamentos permitidos que não deverão te trazer problemas.
AdSense na página inicial: prefiro evitar!
Simples: quero que o MEU visitante goste do MEU site. É arriscado perder visitas diretas em troca de alguns centavos, visitas essas que podem nunca mais voltar depois. Vai que seu site é citado num programa de rádio, TV ou qualquer outra mídia offline… Ou até mesmo online, em banners de parceiros ou anúncios seus por aí. A pessoa entra… Acaba clicando num ads e sai, depois esquece de voltar porque ficou perdida ou gostou dos sites que foi navegando… Não gosto do AdSense na home por causa disso. Quando uso, deixo numa posição não privilegiada. Prefira usar a home para destacar seu próprio site, as melhores categorias, os melhores links internos do seu site que possam ser indexado nos buscadores… Será melhor do que perder visitas por alguns centavos. Colocar links internos do seu site na home ajuda a passar mais "juice" ou "pagerank", como queira entender, para estas páginas, já que normalmente a home é a página de maior "peso" num site em termos de SEO. Claro que quanto mais links na home, menor importância eles vão ter, então pense nos melhores dos melhores pra deixar na home.
Se os links do AdSense fossem abertos em outra janela ou aba, seria menos prejudicial ter ads destacados na home, mas como são abertos na mesma janela caba ficando ruim.
Isso não se aplica em sites onde o único objetivo é ganhar dinheiro sem se preocupar com nome e marca, é claro. Se for um site com objetivo de ganhar dinheiro simplesmente, vale a pena trabalhar no seu foco, no objetivo daquele site em questão – ou seja, lotar a home de ads :P
Visitas: Quanto pior, mais lucro – isso mesmo!
Por que? Simples também: visitantes mais frequentes raramente clicam nos anúncios. Depende do nicho do site também. As pessoas que têm mais chances de clicar são as que vêm dos buscadores. Isso não é regra geral para todo tipo de site ou nicho, mas é assim com a maioria.
Logo, se uma visita é mais "qualificada" ou "boa", ela pode te ajudar de outras formas:
- Pode dar um RT no Twitter, compartilhar no Facebook, Orkut, etc…
- Pode comentar no seu blog, gerando mais conteúdo único…
- Se tiver blog, quem sabe um dia escreva algo e linke um dos seus artigos…
Por isso é costume entre os blogueiros classificar os visitantes como "bons" ou "ruins", sendo os "ruins" as visitas mais "burras", com "menos qualificação para seu site", que acabam por clicar nos anúncios. Veja que os "ruins" acabam se tornando bons pelo lado financeiro (acumulados, não sozinhos, já que o CPC é baixo), mas são pessoas que dificilmente voltariam no seu site. Normalmente os anúncios variados de links patrocinados que pagam por clique (CPC) têm como alvo justamente os visitantes "ruins". Nem toda visita vinda de um site de busca é ruim, claro que não, não existe uma fórmula mágica que sirva para todos.
Links de afiliados, pelo contrário, já são diferentes: quanto mais direcionado (ou qualificado), melhor. Quem se inscreve num link de indicação é porque gostou mesmo daquilo, seja um site de hospedagem, um site de temas pagos, um site de venda de músicas ou produtos, etc. Quase sempre minisites ou sites de nicho acabam tendo bom retorno com esse tipo de link (desde que bem escolhidos e otimizados), mais até do que o AdSense, que paga por clique, enquanto alguns programas de afiliados específicos pagam uma ótima porcentagem por cadastro ou venda.
Teste, teste, teste!
Testar é essencial. O que se aplica a um site pode não valer tanto para outro. Seguir receitas prontas nem sempre dá certo, e quando dão, muitas vezes não estão otimizadas ao máximo para seu site.
O otimizador com um clique do Google é bom para dar novas idéias, mostrar alguns posicionamentos que talvez você nunca tenha testado ainda. Experimente!
A essência desse post foi mostrar como usar o quadro com alinhamento à esquerda ou direita com o texto do conteúdo contornando-o, mas valeu comentar esses itens adicionais.
Este é um artigo de opinião, a idéia veio depois de uma conversa rapidinha no Twitter. Se for comentar, LEIA. Se quiser me xingar (é com x ou ch mesmo? aff, odeio pt-br), xingue com argumentos e educação, que seu comentário provavelmente não será censurado. Mas lembre-se de que o site é MEU, não é um espaço totalmente democrático :P //zueira.
Ah, há algumas palavras nesse texto que alguns consideram "palavrão" e outros não. Isso é uma coisa muito pessoal. Escrevi em tom de conversa com amigos, então nada demais… É leve, mas já teve gente que me criticou por isso e veio falar um monte, que é feio, que não devo falar no site, etc e bla bla bla, então se preferir, pare de ler por aqui. São palavras que expressam bem algumas coisas, insubstituíveis, e se for pra me auto censurar num espaço que é 100% meu, prefiro nem escrever.
** Pra quem recebe por email: esse texto tem leves adições/correções.
O Ubuntu é considerada a distro Linux mais famosa, mais usada, mais admirada. Sempre no TOPO do ranking do DistroWatch – site que lista, entre as top, um monte de ODPC – One Distro Per Child. Eu não sou contra o ODPC, embora concordo que ele fragmenta ainda mais a comunidade. Esforços que poderiam estar sendo unidos para um Linux melhor no desktop muitas vezes são perdidos, deixados de lado, para repetir mais do mesmo. Em vez dos caras criarem um novo projeto que possa ser aproveitado pela base de usuários atuais… Que tal um player de música realmente bom (que não apague a playlist, por exemplo :P //só linkei, mas esse ñ é pra Linux ainda), um novo servidor gráfico, ou até mesmo um novo ambiente desktop (KDE 4 não agradou muita gente, Gnome tem facilidade para conquistar tanto fãs como inimigos… e os outros parecem aqueles políticos que ficam fora dos debates nas TVs grandes :P).
#EuRi do cara no GdH chamando o #Ubuntu de inovador. Alguém lembra pra ele que o 11.04 será lançado com uma versão VELHA do #Gnome?
Nem sei se ele se referiu a mim, afinal já vi outras pessoas comentarem sobre o "Ubuntu ser inovador" no GdH – que agora é HW :P. Mas, como lembro de ter citado em algum lugar no GdH que diferente de outras distros, em outras palavras, "o Ubuntu inova, não tem medo e enfia as caras", então acabei 'me doendo' pelo comentário dele.
Primeiro ele diz que o Ubuntu 11.04 (que está em beta) será lançado com uma versão VELHA do Gnome. Bom, pode ser fato. Mas pra que o Ubuntu deveria incluir o Gnome mais recentissíssimo sendo que o foco da distro deixou de ser o ambiente do Gnome? Não faria tanto sentido.
O Ubuntu cansou do mesmo: empacotar Gnome + X + kernel + módulos + aplicativos + papel de parede + tema gtk = NOVA DISTRO LINUX, fácil de usar, com muitos programas gratuitos e livres, com suporte, com apoio da comunidade, etc e bla bla bla…
O Ubuntu está tentando algo diferente. Estão desenvolvendo uma interface nova, o Unity. Pode dar certo, como pode não dar. O Windows Me e Vista não deram certo, mesmo assim a MS investiu neles – e serviram de base pra muita coisa futura, o Windows 7 é um sucesso (calma Linuxistas, ele é um sucesso dentro do nicho de mercado dele!) e o Windows Me permitiu a ela ganhar mais uns trocados nas custas dos usuários sem entregar algo de grande valor, e sem dar de graça na forma de um Service Pack para o Windows 98 SE. Se até no ramo dos negócios as empresas arriscam, porque no mundo do software livre não devemos arriscar?
"@uebe deve ser por isso que fizeram os botões iguais aos do Mac, para ter uma "identidade própria"… kkkk"
Bem… É fato. No mundo nada se cria, tudo se copia. Se você for pensar assim, as patentes de software fariam mais sentido (eu tenho NOJO delas!). Porque todos os sistemas modernos usam um "x" pra fechar uma janela? Porque é intuitivo e Adão e Eva já usavam isso? NÃO! Definitivamente NÃO!!! Você nunca precisou teclar um "X" pra fechar uma janela física da sua casa ou apê, nem para fechar a gaveta de arquivos, ou uma pasta, etc. Alguém simplesmente viu outro sistema usando o "x" no cantinho pra fechar a janela, achou bom, foi lá e copiou – fora que, em informática, passa a idéia de deletar, de fechar, de sumir com aquela p… da tela. Beleza… E assim são os softwares atuais, sem exceção… O Gnome pretende remover os botões minimizar e maximizar… isso também é inovação sim, por mais que gere descontentamentos!
O Ubuntu copiou várias coisas do Mac – primeiro os botões à esquerda, que não gostei por não estar acostumado, agora o menu universal, na barra do topo – onde o menu é trocado de acordo com o aplicativo, no maior estilo da maçã. E o que a Apple fez? Ela copiou na cara dura a Central de Programas do Ubuntu. Que se dane se o iOS já tinha uma "app store", o Linux no desktop tem isso há muitos e muitos anos. Antes mesmo do Ubuntu! Qualquer ferramenta de gerenciamento de pacote com repositórios e etc pode ser considerada uma "app store" – embora a interface seja essencial, afinal de nada adianta o Synaptic se os usuários básicos preferem ver uma descrição, screenshot, recomendações de uma forma mais "amigável"… Salve, salve, Kurumin com os ícones mágicos! Embora era um sistema feito à mão com vários scripts, sem uma "app store" de verdade, ele facilitava as coisas para os usuários. O Kurumin fez no Brasil o que a Conectiva tentou mas nunca conseguiu – depois veio o Ubuntu e créu.
Isso pode não ser inovação, concordo, é cópia (as coisas que o Ubuntu pegou do Mac). Porém, que outra distro Linux de grande porte topou usá-las antes das outras? NENHUMA. Tá aí, o Ubuntu inova. Ele quer ser um sistema fácil de usar sem necessariamente repetir mais do mesmo no mundo Linux.
Os caras tiveram a coragem de chegar ao pessoal do Gnome e dizer, assumir publicamente, que aquele sistema não atende as necessidades dos desejos dos criadores do Ubuntu. Isso é bonito. Eles têm idéias, eles lutam para realizá-las. Não querem Gnome nem KDE, querem algo próprio, querem ter o sistema operacional do sonho deles acreditando que seja bom para os usuários. Foda-se quem não gostar, se quer largar o Ubuntu por causa disso, você não estará perdido, afinal tem tanta distro fácil de usar, amigável, com versões recentes dos melhores programas grátis e livres – incluindo editor de textos, planilhas, apresentações, o GIMP, editor que dá pra fazer muita coisa que se faz no Photoshop, Wine para rodar programas do Windows, jogos maravilhosos (não é um Left 4 Dead, Modern Warfare, Crysis, GTA IV, etc, mas tá lá alguma coisa, que tal…).
Wayland… Outra inovação, embora ainda apenas em projeto. O pessoal do Ubuntu teve as manhas de chegar no X e chamá-lo de merda, de lixo, de antigo, de uma pedra no sapato que impede a evolução do Linux. O código do X é uma zona, muito lixo acumulado ao longo do tempo, impossibilitando melhorias que uma reescrita do zero forneceria com mais facilidade – mas muitos "linuxistas" não assumem isso e irão dizer que o X é uma maravilha, afinal nunca tentaram desenvolver aplicações que exigem aceleração gráfica para ele… O X deve ser tão antigo e ruim como a API do desenho das janelas no Windows: FUNCIONA, mas é cheia de remendos, muitas gambiarras internas pro Aero funcionar, e tantas outras coisas que podem dificultar a criação de mais temas visuais para o Windows. (tá bom, só tou comparando, afinal uso os 2 sistemas…)
Muitas outras distros têm medo de decisões arriscadas, têm medo de perder apoio dos desenvolvedores dos projetos open, até parece que ficam com o rabo preso… Ou têm preguiça mesmo e preferem ficar empurrando com a barriga, levando na boa, apenas atualizando os pacotes e criando a cada 6 meses ou mais uma nova versão de uma distro "revolucionária, fácil de usar, amigável, com muitos programas gratuitos e livres de qualidade, etc"…
Eu não uso o Ubuntu no desktop – ainda nem sei qual distro usar, mas gostei MUITO do Debian com os mods do LMDE. Não uso, mas bato palma para os caras. Afirmaram que X e Gnome são ruins para o que querem, e estão dispostos a trabalhar em algo novo, em criar a Unity.
Tecnicamente o Unity (o ou a… é, estudar inglês acaba zoando meu português :P) pode até rodar por cima do Gnome, aproveitando vários componentes dele, mas a essência visual e prática, que é o que importa pro usuário, está lá com uma identidade própria – não mais um mero tema GTK e um papel de parede comemorando uma nova versão do sistema mais fácil de usar, agradável, intuitivo, cheio de programas gratuitos open source de qualidade…
Tem um outro pessoal que reclama que o Ubuntu consome recursos da comunidade e não retribui. Não retribui? Como assim? O código tá lá, se te interessa, pegue e faça bom proveito, se não interessa, não atrapalhe o trabalho dos caras! Se há divergências entre Gnome 3 e Unity, são diferentes, o Gnome não quer ajuda da Canonical e vice-versa, foda-se! Essa é a liberdade, cada um no seu caminho e os usuários decidem – com certeza experimentar software livre dói muito menos do que trocar de religião, embora alguns tratem ambas as coisas com a mesma intensidade – ou talvez até com mais fanatismo pendendo pro lado do SL mesmo :P
E já que envolve opinião pessoal, não gosto do Gnome, ODEIO o Gnome. Ele parece que foi feito para criança. Faltam muitas opções. Tanto no ambiente gráfico Gnome em si como nos programas nativos. Dá um ódio ir na tela de opções do programa (quando ela existe!) e ver que não tem o que você quer, mesmo considerando aquilo básico, que qualquer Microsoft ou desenvolvedor do KDE colocaria nas opções. É, odeio o Mac também, é tão simples como o Gnome, deixando várias opções faltando. E depois ainda tem alguns fanáticos que vivem falando do regedit do Windows… E aí, quem precisa de regedit ou prompt de comando pra mostrar arquivos ocultos mesmo? É, Gnome e Mac OS X, vocês querem ser melhor do que o Windows/KDE mas não conseguem. Salve KDE, é nóis! Outra coisa que me irrita d+ no Gnome/GTK em geral e Mac OS X é o gerenciador de arquivos bastante pobre, as janelas abrir/salvar, etc… São coisas pequenas que não tiram o mérito dos outros recursos, mas são suficientes para que eu use Windows ou Linux num Mac, e prefira mil vezes KDE ao Gnome. Mas viva a liberdade: há quem goste da falta de opções, da simplicidade, das telas com menos itens, então ainda assim o Gnome e o Mac OS X são sucessos recomendadíssimos por seus fãs. Vivemos numa democracia, e não seria nada do software livre se não tivéssemos a possibilidade de escolha.
E o melhor é que é livre, você pode criar, você pode fazer. Se não está contente com o que encontra, vá lá e coloque as mãos na massa! É isso que a Canonical está fazendo, doa a quem doer. Parabéns, Ubuntu!
*** Se você quer saber das novidades do Ubuntu rapidamente em português, um blog que recomendo é o do André Gondim.
O Windows tem 25 anos. A cada nova versão a Microsoft trabalha para manter a compatibilidade com aplicações antigas, permitindo uma migração não tão traumática, mantendo todos os programas e as principais configurações. As principais exceções ficam por conta de algumas aplicações específicas que requerem algumas bibliotecas ou mesmo versões diferentes do .NET Framework; em geral, se você compilar código puro para Windows sem usar recursos novos das APIs, o programa deve funcionar em quase todas as versões da arquitetura alvo (é fácil experimentar isso com o Lazarus/FPC ou versões antigas do Delphi, entre outros compiladores :P).
Tudo bem que o mais recomendado pelo que se vê por aí seria uma instalação completa ou "do zero", mas o processo de atualização por cima normalmente funciona bem – o ruim é que a instalação pode demorar mais e as chances de problemas com alguns aplicativos podem ser maiores, além de "restos" de arquivos e configurações inúteis que continuarão no HD. Tirando essas questões, o processo de upgrade do Windows entre versões próximas é tranquilo e usado por muitas pessoas. A praticidade de não ter que reinstalar centenas de programas e jogos de novo é o que mais pesa na hora de decidir pela atualização.
Um cara foi além e quis ver, na prática, como as aplicações e configurações ficariam fazendo atualizações sucessivas do Windows 1.0 para o Windows 7. Numa máquina real isso poderia ser complicado pela questão dos drivers, nessas horas o VMware ajudou. Se estiver curioso, veja o vídeo com o resumo do processo, feito por Andrew Tait:
Programas e jogos que rodavam no Windows 1.0 continuaram rodando no 7, mas falharam no 2000 – arquitetura diferente do 98, na época, com um suporte a aplicações do MS-DOS bastante fraco. Isso foi melhorado radicalmente no Windows XP, quando a MS desistiu da linha do DOS para manter todas as versões baseadas no NT, incluindo edições empresariais e domésticas. O Windows 7 de hoje nada mais é do que uma versão bem atualizada do XP, 2000, NT 4.0, que por sua vez era do NT 3.x, etc. Uma curiosidade é que apesar de tantos anos, todos os grupos de programas criados no Windows 3.x foram mantidos ao chegar no 7 – inclusive com o Doom 2 funcionando sem problemas. De quebra alguns aplicativos antigos nativos do Windows continuaram no HD – e funcionando!
Como se vê, o Windows luta para manter compatibilidade com aplicações antigas, por mais que isso signifique manter o sistema com cada vez mais funções e códigos antigos ou emuladores (alguns nem tão visíveis). Apesar disso a compatibilidade não é perfeita e muitos títulos antigos não funcionam nas versões atuais – os motivos técnicos são diversos, indo desde versões desatualizadas de bibliotecas de terceiros a chamadas a arquivos estáticos que não existem mais nas novas versões, ou aproveitamentos de recursos não documentados ou bugs corrigidos, entre outras coisas.
Boa parte dessa compatibilidade com jogos antigos e aplicações muito velhas é quebrada nas versões de 64-bit Windows, já que elas não suportam programas de 16-bit. O XP Mode do Windows 7 ajuda nesse caso – ele é uma máquina virtual com uma licença do Windows XP. No futuro as edições domésticas do Windows não deverão ter versões de 32-bit, apenas 64, como já ocorre com as versões de servidor. Isso não trará problema para quase ninguém, pois além de serem populares hoje em dia, elas podem rodar os programas de 32-bit, que ainda sobreviverão por um bom tempo.
Trocar a senha do Mac OS X é fácil, basta usar o DVD de instalação (precisa ser de uma versão próxima da que você tem instalada; de preferência, da mesma versão). Coloque o DVD e dê boot por ele (normalmente segurando C logo ao ligar; se falhar, tente reiniciar e fique teclando ou segurando a letra C enquanto reinicia, até perceber que está iniciando a partir do DVD).
Escolha o idioma, como se fosse instalar, mas não prossiga com a instalação. Pare nesta tela:
Clique no menu Utilitários > Redefinir senha.
A partir daí escolha a instalação ou disco desejado. Ele listará os usuários, basta escolher o que quiser, digitar a nova senha e clicar em Salvar.
Bem fácil, sem precisar de ferramentas de terceiros :)
Veja que qualquer um com acesso físico ao seu Mac pode fazer a mesma coisa. Esse procedimento não permite descobrir a senha do Mac, apenas gerar uma nova.
Entre as mudanças que planejei, possibilitando dar mais atenção aos meus projetos, estão:
- Alguns sites pequenos, não mais atualizados ou mantidos de forma bastante precária (incluindo parcerias com amigos que não deram certo…), vou retirar do ar. Nisso inclui meus blogs mais "livres", já que parecem abandonados, e alguns outros projetos que nem estão linkados no Explorando.
- Pretendo reformar o Microdicas, mudando ele radicalmente. Não posso revelar detalhes ainda.
- Os posts atuais do Microdicas irão para a URL explorando.com.br, ficando mais ligados com o Explorando. Os textos antigos, de 2005 até 2010 e começo de 2011, continuarão na URL atual, www.explorando.viamep.com. Para essa URL também devem ir textos de opinião ou sobre meus programas, ou ainda sobre temas que uma certa rede de anúncios aí odeia, por mais que não tenham nada de ilegais – como por exemplo, sobre recuperar a senha de administrador do Windows.
Nada será perdido, já que numa página central todos os principais temas e páginas estarão linkados (seria uma expansão da página Mais…).
Conteúdo das dicas/tutoriais
Seguem o mesmo estilo: Windows / Linux / Mac / web / WordPress / eventualmente Delphi/Lazarus. Não gosto de ficar falando "de tudo o que ocorre", ou postando notícias que todos os outros sites postam, a menos que sejam relevantes *mesmo* – embora também não me sinto na obrigação de postar tooodas as notícias relevantes :P
Vejo que há muitos blogs de informática por aí, situação bem diferente de quando comecei o Explorando – antes eram sites mesmo, haviam poucos sites MFA em BR/PT, o conteúdo tinha mais qualidade. Todos eles postam as mesmas coisas. Não estou criticando, nem citarei nomes, mas fica chato essa repetição exagerada de conteúdo – repetição para as pessoas, mesmo sendo textos próprios. É algo que "não faz sentido". Seria como você colocar na Band e na Record e ver a mesma catástrofe ou atropelamento nos programas sensacionalistas, sem adicionar nada de novo.
Muita gente não sabe, mas a maioria das dicas que postei no Explorando eu fiz para compartilhar com amigos, com alguma situação que tenha me ocorrido, ou para resolver um problema pessoal. Entre os amigos e colegas, sempre indico uma ou outra página do site quando precisam resolver um problema – é melhor do que ficar repetindo a mesma coisa. De "extra" vêm as pessoas que encontram o site pelos buscadores, e mais alguns em outros links, e outras que de uma forma ou de outra chegam a algum dos meus projetos… Aí acaba criando um público, as pessoas passam a acompanhar, etc. Agradeço a cada visitante pela visita :) O simples fato de uma dica ter servido para uma pessoa qualquer é gratificante.
Basicamente o Exp começou como um site pessoal, e nunca deixará de ser, independente do ritmo de atualizações. Já tentei algumas vezes chamar pessoas para escrever também, mas não deu muito certo. Algumas não tinham comprometimento nenhum com a veracidade das informações postadas; outras só estavam interessadas em ganhar algum dinheiro; outras só queriam links para seus outros projetos… Enfim, já tive algumas (poderia dizer várias) dores de cabeça com isso.
Eventualmente alguns amigos ou mesmo visitantes podem enviar textos para publicação, como já publiquei alguns ao longo dos anos, mas acho que não cai bem a idéia de um outro redator fixo, visto que os problemas do passado poderiam se repetir.
Ah, por fim, quero dizer que voltei mas não pretendo ter uma agenda de postagens, nem mesmo me comprometer a publicar 'x' posts por dia. Essa meta normalmente reduz a qualidade ou utilidade. Vê-se em sites, revistas, TVs, jornais… Quando não tem outra coisa pra postar, só pra ter algo ali, eles postam alguma coisa não tão relevante, ou inútil, para não dizer o pior. Mas é claro, uma determinada dica não tem como ser útil para "todos" mesmo :)
Tanto eu como visitantes podem tentar ajudar. Peço que evitem direcionar as perguntas a mim, pois nem sempre vejo e infelizmente não tenho como responder diretamente a todos! Em muitas perguntas eu precisaria pesquisar, gastaria uma boa dose de tempo, não é fácil. Eu respondo aquelas que estão mais fáceis, que posso responder rapidamente sem comprometer as outras atividades. Em muitos casos uma boa busca na internet traz a solução dos problemas.
Finalizando…
Como nada é perfeito… Alguns textos ficam perdidos dos demais, por causa das categorias e tags do WordPress – começou com labels no Blogger… :P Resolvi deixar isso pra lá, eu fiquei meio estressado para tentar consertar tudo porque são muitos posts. Basta eu ir postando coisas novas, e com a busca no Google ou no site fica fácil encontrar alguns temas. Falando em busca, a busca do Google aqui no Exp não está funcionando, preciso consertar o código, o que farei em breve.