por Marcos Elias
Este texto contém críticas a uma empresa, a Claro. Se você admira ou é fã da Claro, não adiantará elogiar a operadora por aqui, pois este espaço é autoritário e moderado. Se quer defender a Claro, faça um site ou blog dedicado a ela.
Eu havia escrito um texto para publicar essa semana sobre o desbloqueio GRATUITO e OBRIGATÓRIO de celulares. O texto era demasiadamente ofensivo, contra a "in"Justiça brasileira, que aceitou o pedido ridículo da Claro e mandou tirar do ar o site www.bloqueionao.com.br. Por respeito aos leitores, não publicarei o texto escrito inicialmente, num momento de raiva.
A justiça está podre, dá cada vez mais nojo dessa "raça". O Brasil está virando a China. A censura está de volta. O site "Bloqueio Não" não tinha nada de ilegal, muito pelo contrário: divulgava um direito adquirido em LEI pela população!
Com o celular desbloqueado, você pode conectar um chip de qualquer operadora. Se acabar sua bateria, você pode pegar o celular do seu amigo (ou amiga), colocar seu chip e falar sem gastar os créditos dele(a). Se você vai para outra cidade, basta colocar o chip de uma operadora local lá e sair falando.
Com o bloqueio, o celular só pode funcionar com chips da operadora para a qual ele foi habilitado. Exceto em casos de contrato firmado com a operadora que force o consumidor a usar o celular bloqueado, especialmente em caso de o aparelho ter sido fornecido de graça ou em alguma promoção, o desbloqueio deve ser gratuito - e é obrigatório.
A FDP da Claro não se conteve, entrou na justiça e conseguiu tirar do ar o principal site que apoiava o desbloqueio (não sem quem é mais criança, a Claro ou a porcaria de justiça do brasil). Essa m* de justiça mostra como é a democracia brasileira. Será que essa democracia existe? Nem exigir nossos direitos podemos, nem mesmo divulgar uma lei! A justiça tem uma lei a favor dos consumidores, a mesma justiça coloca no c# dos mesmos consumidores.
A Oi, ainda não em operação em São Paulo, vai à frente e desbloqueia DE GRAÇA e sem vínculos mesmo celulares de outras operadoras. No site da Oi há uma lista com locais e postos para desbloqueio. Basta levar seu celular lá e pronto. Veja mais em:
http://www.oisampa.com.br/portal/desbloqueio.asp
A justiça mostrou quão infantil e incorreta ela é, ao mandar tirar o site "Bloqueio Não" do ar. Temos o direito de divulgar o que é bom, o que é legal!
Incentivar o desbloqueio de celulares não é contra a lei. É um DIREITO. Se o usuário romper o contrato com sua operadora ou não, problema específico dele, a operadora em questão que veja seu caso.
Desbloquear o celular por si só não quer dizer que a pessoa vai trocar de operadora. Ela apenas tem mais liberdade! A liberdade de poder trocar de chip em qualquer cidade ou país (desde que suporte a rede/tecnologia do aparelho em questão). A liberdade de poder vender o celular para alguém que use outra operadora. A liberdade de usar na sua íntegra o aparelho pelo qual ELA PAGOU! Afinal o aparelho é da pessoa, não da operadora.
Fico cada vez mais enojado da justiça brasileira. Eis um protesto (agora com palavras mais suaves).
A Claro é uma empresa que conseguiu pelo menos o meu "nojo", da qual não pretendo nunca ter ou adquirir serviços (ninguém sabe o dia de amanhã, sandalhas da humildade pra Claro!). Pior que a Cicarelli e o YouTube.
Para o desbloqueio nas lojas da Oi, leve o aparelho e a nota fiscal, além de um documento de identidade. É necessário assinar um termo de responsabilidade. Você pode também desbloquear nas lojas da sua operadora (mesmo se for da desgraçada Claro). Consulte a documentação necessária nesses casos.
Puxei esse assunto pois finalmente chegou meu chip da Aeiou na semana passada :) E meu celular Vivo é bloqueado.
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A Oi é contra a iniciativa da operadora Claro, que, por meio de liminar, está tentando impedir a divulgação de informações sobre o direito de o consumidor desbloquear gratuitamente o seu aparelho, tendo já conseguido retirar do ar o site do Movimento Bloqueio Não. Como a Oi é a favor da liberdade, não poderia assistir a Claro violar o direito dos usuários à informação sobre o desbloqueio, sem se manifestar a favor dos milhares de usuários de telefonia móvel.
Desde 2007, bem antes do novo Regulamento de Telefonia Móvel - Anatel que garantiu o desbloqueio gratuito de aparelhos, a Oi passou a vender somente aparelhos não bloqueados e a desbloquear de graça os aparelhos de seus clientes.
A Oi acredita que, para os consumidores, o aparelho desbloqueado é muito mais vantajoso do que o bloqueado. Esta liberdade exige maior esforço das empresas na prestação de serviços de qualidade, o que acaba beneficiando os usuários em geral. E, definitivamente, separa a prestação de serviços, que é o papel das operadoras, da venda de handsets, papel dos fabricantes.
A ação da Claro foi ajuizada no Estado de São Paulo, local onde a Oi iniciará suas atividades em telefonia móvel nos próximos meses. Com isso, a Oi vai passar a oferecer mais uma opção de serviço, aumentando a competição neste mercado, que hoje conta com apenas três grandes empresas.
Convicta deste direito e respeitando o novo Regulamento de telefonia Móvel - Anatel, a Oi oferece, a partir dessa semana, em São Paulo e na sua área de atuação, a possibilidade de os consumidores de qualquer operadora do serviço de telefonia móvel desbloquearem gratuitamente seus aparelhos e usufruírem os mesmos benefícios que seus clientes já possuem há mais de um ano*.
A estratégia da Claro é contrária à da Oi. A Claro prende seus clientes através de contratos que vinculam serviço ao aparelho. Além de prender seus clientes pós-pagos, a operadora criou contratos para clientes pré-pagos ficarem vinculados a ela, o que fere por completo a lógica deste serviço. Já a Oi entende que, no mercado de telecomunicações, como em qualquer outro, todas as práticas comerciais devem não apenas preservar a liberdade de escolha do consumidor como pautar-se por suas demandas. Com essa diretriz, a companhia ampliou de 13,21% para 14,14% sua participação no mercado nacional de telefonia móvel neste ano, enquanto a Claro viu sua participação cair de 24,99% para 24,87%.
O objetivo da Oi é ofertar serviços diferenciados e convergentes de comunicação para seus clientes. Com essa estratégia, a empresa tem aumentado continuamente sua participação no mercado de serviço móvel pessoal e alterado a dinâmica do setor. O desbloqueio gratuito de aparelhos móveis no Brasil está previsto, desde fevereiro, no novo Regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP).
*O desbloqueio será realizado em diversas lojas Oi, na Região 1 (área de atuação original da empresa), além de em 20 quiosques localizados em estações de metrô e terminais rodoviários na cidade de São Paulo e em 20 vans que circulam pelo interior paulista. Será possível encontrar mais informações sobre os pontos de desbloqueio e a lista de aparelhos que podem ser desbloqueados nos sites www.oi.com.br/sp, para São Paulo, ou www.oi.com.br/desbloqueio , para a Região 1.
Em resposta, a Claro, por meio de sua assessoria de imprensa, declarou que: “a Claro atribui a reação da Oi à derrota que sofreu na Justiça, que entendeu que a Claro atua dentro da legislação brasileira, ao contrário do que acontece com a Oi.”
A Oi e a Claro deram início a uma briga judicial por conta do bloqueio de celulares. A Claro conseguiu, em junho, liminar que proíbe a veiculação de campanha da Oi que incentivava o desbloqueio de celulares. A decisão foi baseada em regulamento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que permite que as operadoras vendam celulares bloqueados, desde que os aparelhos sejam subsidiados e o bloqueio não dure mais de um ano.
Como retaliação, a Oi colocou no ar desde sábado anúncio em que diz que "uma operadora" está impedindo a divulgação de informações ao consumidor. A empresa anunciou ainda que, a partir desta semana, desbloqueará o celular de consumidores de qualquer operadora que procurarem a empresa, desde que eles apresentem a nota fiscal do aparelho e comprovante de identidade.
Procurada, a Claro atribuiu a reação da Oi à "derrota que sofreu na Justiça que entende que a Claro age dentro da legislação brasileira, ao contrário da Oi".
A diretora de Comunicação da Oi, Flávia Da Justa, afirmou que a empresa entende que o consumidor tem direito a ter um telefone desbloqueado para usar chips de outras operadoras, o que é possível com a tecnologia GSM.
"A Oi presta serviço de telefonia móvel. Seu negócio não é a venda de aparelhos de celular", afirmou, ao criticar as empresas que vendem telefones subsidiados para atrair clientes.
Segundo a executiva, a empresa entende que o telefone desbloqueado não tem relação com o contrato de fidelização que, nos casos de celulares pós-pagos, é comum existir.
"Não defendemos a quebra de contratos, mas a Oi não tem como saber se o cliente tem alguma cláusula impedindo o desbloqueio. Se o cliente quiser desbloquear, faremos gratuitamente", afirmou.
A Anatel informou que o desbloqueio é um direito do consumidor e pode ser feito por qualquer operadora legalmente, independente de o aparelho ser subsidiado. Segundo a agência, o cliente deverá ficar atento, porém, se existem cláusulas no contrato de fidelidade prevendo multas caso o aparelho seja desbloqueado antes do período de permanência exigido, o que é permitido.
A Folha Online apurou que as concorrentes consideram que a campanha da Oi é parte da estratégia de marketing da empresa que precede sua entrada em São Paulo, em outubro. A empresa tem 20 quiosques na capital de São Paulo e outros 20 pontos no interior do Estado.
O desbloqueio é um assunto fácil de entender. Mas tem gente que não está sabendo explicar. Todo consumidor pode comprar um celular desbloqueado. Ou seja, um aparelho desvinculado de qualquer plano, que pode ser usado em qualquer operadora. Quem garante isso não é essa ou aquela operadora, mas a anatel. É um direito seu: você pode escolher entre um celular desbloqueado e um que não é. E, como em toda escolha, você abre mão de alguma coisa para ter outra. Mas no final das contas, qual das duas opções é a melhor? Esta pergunta só você pode responder. Se preferir, você pode comprar seu aparelho desbloqueado aqui na TIM. E terá a vantagem de poder usá-lo com qualquer operadora que quiser. Acontece que, por essa razão, nós não damos nenhum desconto no preço do aparelho. Nem a TIM, nem as outras operadoras. Essa é uma prática totalmente aceita pela Anatel. Portanto, a liberdade do desbloqueio custa o preço de um aparelho mais caro. Se você optar por um celular que só pode ser aqui na TIM, terá as vantagens naturais de uma relação duradoura. Por exemplo, o custo do seu aparelho será bem menor (conforme também permite a Anatel). Além disso, quanto mais você ficar com a TIM, melhor será sua relação custo-benefício nos diversos produtos e serviços que oferecemos. Aqui na TIM, você tem as duas opções: desbloqueado ou não. Porque nós achamos que quem deve decidir o que é melhor para você é você mesmo. E não sua operadora.http://www.tim.com.br/portal/site/PortalWeb/menuitem.8a1c785c7c3d9742649e1610703016a0/?vgnextoid=edb2e247f73a0110VgnVCM100000a22e700aRCRD&wfe_pweb_area=59&wfe_pweb_estado=26&
